quinta-feira, 26 de julho de 2018

[Missa de Posse do Novo Arcebispo]





Canto de Abertura

EU NAVEGAREI NO OCEANO DO ESPÍRITO,
E ALI ADORAREI AO DEUS DO MEU AMOR.

ESPÍRITO, ESPÍRITO QUE DESCE COMO FOGO
VEM COMO EM PENTECOSTES E ENCHE-ME DE NOVO.

EU ADORAREI AO DEUS DA MINHA VIDA,
QUE ME COMPREENDEU SEM NENHUMA EXPLICAÇÃO.

ESPÍRITO, ESPÍRITO QUE DESCE COMO FOGO
VEM COMO EM PENTECOSTES E ENCHE-ME DE NOVO.


EU SERVIREI AO MEU DEUS FIEL
AO MEU LIBERTADOR AQUELE QUE VENCEU

ESPÍRITO, ESPÍRITO QUE DESCE COMO FOGO
VEM COMO EM PENTECOSTES E ENCHE-ME DE NOVO.


RITOS INICIAIS

Terminado o canto de entrada, toda a assembléia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:

Pres: Em nome do Pai, do Filho e dho Espírito Santo.

Ass: Amém.


Pres: O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco! 

Ass: Bendito Seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo !

ATO PENITENCIAL

Pres: Em Jesus Cristo, o justo, que intercede por nós e nos reconcilia com o Pai, abramos o nosso espírito ao arrependimento para sermos menos indignos de aproximar-nos da mesa do Senhor

Canto Penitencial

EU CONFESSO A DEUS E A VÓS, IRMÃOS, 
TANTAS VEZES PEQUEI, NÃO FUI FIEL: 
PENSAMENTOS E PALAVRAS, ATITUDES, OMISSÕES... 
POR MINHA CULPA, TÃO GRANDE CULPA. 

SENHOR, PIEDADE! CRISTO, PIEDADE! 
TEM PIEDADE, Ó SENHOR! 

PEÇO À VIRGEM MARIA, NOSSA MÃE 
E A VÓS, MEUS IRMÃOS, ROGUEIS POR MIM 
A DEUS PAI QUE NOS PERDOA E NOS SUSTENTA EM SUA MÃO, 
POR SEU AMOR, TÃO GRANDE AMOR. 


Segue-se a absolvição sacerdotal:

Pres: Deus Todo-Poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

Ass: Amém. 

Leitura da Bula


URBANO, BISPO
SERVO DOS SERVOS DE DEUS
VIGÁRIO DE CRISTO
PRIMAZ DA ITÁLIA E ARCEBISPO METROPOLITANO DA PROVÍNCIA ROMANA
SOBERANO DO ESTADO DA CIDADE DO VATICANO
PATRIARCA DO OCIDENTE

Ao dileto irmão João Santana, saudação e bênção no Senhor,

A Santa Igreja de Cristo, como a mais carinhosa das mães, providencia para que as circuncisões eclesiásticas, com o intuito de prover adequadamente as necessidades de cada região, sejam confiadas ao governo dos pastores mais diligentes e experimentados, de modo que à obra auspiciosamente começada não falte o remate do adorno e lustre conveniente. Por isso, tendo em vista o pedido de renúncia de nosso irmão Dom Pedro Melchior ao ministério episcopal na Arquidiocese de Notre Dame, desejoso de provê-la da melhor maneira, não julgamos nenhum outro mais apto para tal encargo do que a ti, Venerável Irmão, cujas virtudes e cuja experiência no trato dos homens e dos negócios bem conhecemos.
Tendo, pois, ouvido o parecer de nossos veneráveis irmãos, em virtude de nossa autoridade suprema, te elevamos como arcebispo para a mesma arquidiocese, e dela te concedemos o cuidado, o governo e a administração, tanto no espiritual como no temporal, com todos os direitos, honrarias, encargos e obrigações próprias de tão árdua e elevada dignidade.
Queremos, porém, que antes de tomares posse de tua Diocese, prestes na presença do senhor Núcio Apostólico, Dom Joseph Ravassi, o juramento de fidelidade a nós e aos Pontífices Romanos. Feito isto, remeterás sem demora à Sagrada Congregação para os Bispos a fórmula do juramento prestado, assinado e carimbado por ti e pelo referido irmão.
Dispensamos-te de renovar a confirmada profissão de fé, prescrita pela Lei Canônica; revogadas todas as disposições em contrário. Sejas tu, também, acolhido por vossos bispos auxiliares, que tanto labutam em prol da Santa Igreja de Deus. Sede cooperador deles no pastoreio desta Igreja Particular.
Para determinar, de bom grado, Venerável Irmão, te encomendamos ao Deus Onipotente, e cordialmente te exortamos a que, depois de te seres até agora mostrado Prelado laborioso e merecedor de encômios, no teu novo posto, continues a desempenhar um papel brilhante à frente de teu povo, qualquer que sejam as conjunturas adversas ou prósperas.
Datum Romae, die 25 Iulii maio, A.D. 2018. Primus sub coronam Urbaniensis.

       + Urbanus III       
Pontifex Maximus

Ass: Graças a Deus.

Convém que o Bispo que iniciou a celebração diga algumas palavras sobre o ministério do Bispo, ao fim de suas palavras, entrega o báculo pastoral ao novo Bispo, e o entrega sua cátedra.

O novo Bispo, de mitra, portando o báculo, assenta-se na cátedra. Pode-se cantar um canto apropriado.

O clero diocesano se dirige a cátedra para saudar o seu pastor.

O Chanceler do bispado, ou um outro presbítero designado, lê a Ata da Posse.

Aos vinte e sete dias do mês de julho do Ano de dois mil e dezoito na catedral de Notre Dame,Sé Arquidiocesana, na presença do  Revmo. Sr. Joseph Ravassi,Núncio Apostólico para Europados, e dos demais senhores arcebispos e bispos presentes, na presença ainda dos sacerdotes, religiosos e dos fiéis, tomou posse como arcebispo metropolitano de Notre Dame o Exmo. e Revmo. Sr. João Sant'ana.No início da cerimônia, após a apresentação do novo bispo, feita por Dom Joseph Ravassi, este pediu  que desse conhecimento a todos os presentes da nomeação canônica de Dom João Sant'ana como Arcebispo de Notre Dame , lendo as Letras Apostólicas de nomeação, emanadas do Vaticano. Após a leitura do documento, Dom Joseph Ravassi  entregou o báculo pastoral e a cátedra a Dom João Sant'ana, dando posse ao novo Arcebispo , que presidiu à Solene Concelebração Eucarística. Para constar foi lavrada a presente ata, que vai por mim assinada,testemunha de tal posse, bem como por Dom João Sant'ana ,  e ainda por todos os demais senhores arcebispos e bispos presentes, pelos membros do Colégio de Consultores e por representantes dos fiéis leigos.
Arquidiocese de Notre Dame, vinte e sete de julho do ano de dois mil e dezoito.

Após a leitura da Ata, o leitor e o novo bispo a assinam.

A celebração prossegue como de costume.


ORAÇÃO DA COLETA

De mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres: Oremos.

Ó Deus, sois o amparo dos que em vós esperam e, sem vosso auxílio, ninguém é forte, ninguém é santo; redobrai de amor para conosco, para que, conduzidos por vós, usemos de tal modo os bens que passam, que possamos abraçar os que não passam. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Ass: Amém. 

LITURGIA DIÁRIA

I. Leitura

Leitura do livro do profeta Jeremias.
13 1 Disse-me o Senhor: “Vai e compra um cinto de linho e coloca-o sobre os rins, sem contudo mergulhá-lo na água”. 
2 Comprei-o, conforme ordenara o Senhor, e com ele me cingi. 
3 Pela segunda vez, assim me falou o Senhor: 
4 “Toma o cinto que compraste e que trazes contigo e encaminha-te para as margens do Eufrates. Lá ocultarás esse cinto na cavidade de um rochedo”.
5 Fui assim escondê-lo, junto do Eufrates, como me havia dito o Senhor.
6 Tempos depois, voltou o Senhor a dizer-me: “Põe-te a caminho em demanda das margens do Eufrates, a fim de buscar o cinto que, conforme minhas ordens, lá escondeste”.
7 Dirigi-me, então, ao rio e, tendo cavado, retirei o cinto do local onde o escondera. O cinto, porém, apodrecera, e para nada mais servia.
8 Então, nestes termos, foi-me dirigida a palavra do Senhor:
9 “Eis o que diz o Senhor: assim também destruirei a soberba de Judá, e o orgulho imenso de Jerusalém.
10 Esse povo perverso que recusa executar-me as ordens, que segue os pendores do coração empedernido, que corre aos deuses estranhos para render-lhes homenagens e prostrar-se ante eles, tornar-se-á semelhante a esse cinto sem mais serventia alguma.
11 À semelhança de um cinto que se prende aos rins de um homem, assim uni a mim toda a casa de Israel e toda a casa de Judá - oráculo do Senhor -, a fim de que constituíssem meu povo, minha honra, glória e ufania. Elas, porém, não obedeceram”.
Palavra do Senhor.

Ass: Graças a Deus

II. Salmo

Esqueceram o Deus que os gerou. 

Da rocha que te deu à luz, te esqueceste, 
Do Deus que te gerou, não te lembraste. 
Vendo isso, o Senhor os desprezou, 
Aborrecido com seus filhos e suas filhas. 

E disse: Esconderei deles meu rosto 
E verei, então, o fim que eles terão, 
Pois tornaram-se um povo pervertido, 
São filhos que não têm fidelidade. 

Com deuses falsos provocaram minha ira, 
Com ídolos vazios me irritaram; 
Vou provocá-los por aqueles que nem povo são, 
Através de gente louca hei de irritá-los.

Canto de Aclamação

BUSCAI PRIMEIRO O REINO DE DEUS 
E A SUA JUSTIÇA
E TUDO O MAIS VÓS SERÁ ACRESCENTADO
ALELUIA, ALELUIA!

NÃO SÓ DE PÃO O HOMEM VIVERÁ, 
MAS DE TODA PALAVRA
QUE SE PROCEDE DA BOCA DE DEUS
ALELUIA, ALELUIA!

Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

Diác: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:

Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

Diác: Amém.
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:

Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
13 31 Em seguida, propôs-lhes outra parábola: “O Reino dos céus é comparado a um grão de mostarda que um homem toma e semeia em seu campo.
32 É esta a menor de todas as sementes, mas, quando cresce, torna-se um arbusto maior que todas as hortaliças, de sorte que os pássaros vêm aninhar-se em seus ramos”.
33 Disse-lhes, por fim, esta outra parábola. “O Reino dos céus é comparado ao fermento que uma mulher toma e mistura em três medidas de farinha e que faz fermentar toda a massa”.
34 Tudo isto disse Jesus à multidão em forma de parábola. De outro modo não lhe falava,
35 para que se cumprisse a profecia: “Abrirei a boca para ensinar em parábolas; revelarei coisas ocultas desde a criação”.
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Homilia


Imposição do pálio



Após a homilia, o Sr. Núncio Apostólico senta-se na frente do altar, com o Arcebispo ajoelhado a sua frente.


Arcebispo: Eu João Gabriel Sant'ana creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades que estão contidas no símbolo da Fé, a saber:
Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigénito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro; gerado, não criado, consubstancia) ao Pai. Por Ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação desceu dos céus. E encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e Se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras; e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há-de vir em Sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o Seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: Ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja una, santa, católica e apostólica. Professo um só baptismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos, e a vida do mundo que há-de vir. Amém.

Creio também firmemente em tudo o que está contido na palavra de Deus, escrita ou transmitida pela tradição, e é proposto pela Igreja, de forma solene ou pelo Magistério ordinário e universal, para ser acreditado como divinamente revelado.

De igual modo aceito firmemente e guardo tudo o que, acerca da doutrina da fé e dos costumes, é proposto de modo definitivo pela mesma Igreja.

Adiro ainda, com religioso obséquio da vontade e da inteligência, aos ensinamentos que o Romano Pontífice ou o Colégio Episcopal propõem quando exercem o Magistério autêntico, ainda que não entendam proclamá-los com um acto definitivo.



Núncio: Para glória de Deus Onipotente e louvor da Bem-aventurada sempre Virgem Maria e dos Bem-aventurados Apóstolos Pedro e Paulo, para decoro das Sés a vós confiadas, como sinal do poder de metropolitas, vos entregamos o pálio tomado da Confissão do Bem-aventurado Pedro, para que o uses dentro dos limites de vossa província eclesiástica. Que este pálio seja para vós símbolo de unidade e sinal de comunhão com a Sé Apostólica; seja vínculo de caridade e estímulo à fortaleza, a fim de que no dia da vinda e da revelação do grande Deus e do príncipe dos pastores, Jesus Cristo, possam obter, com o rebanho a vós confiado, a veste da imortalidade e da glória. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.



Neste momento é imposto o pálio pastoral e cravado os cravos.



LITURGIA EUCARÍSTICA



Canto de Ofertório



MÃOS NA TERRA E O CORAÇÃO ALÉM DESTE CÉU, 
E A SEMENTE QUE BROTA É UM GERME DE ETERNIDADE 
VAI BROTANDO, CRESCENDO, ESPERANDO 
É A VIDA QUE VEM DESPONTAR 
E ESTE TRIGO MADURO, A COLHEITA O RECOLHERÁ 

ESTAR EM TUAS MÃOS, Ó PAI 
E A VIDA OFERTAR 
NO PÃO E NO VINHO A TI 
O CÉU SE ABRIRÁ 
ESTAR EM TUAS MÃOS, SENHOR 
E A VIDA ENTREGAR 
A MINHA OBLAÇÃO EM TI 
SE PERDERÁ, FRUTIFICARÁ. 
FRUTIFICARÁ, FRUTIFICARÁ, FRUTIFICARÁ!
 


DA VIDEIRA A FLOR NÃO RESTARÁ, PASSARÁ 
E O FRUTO DA TERRA SURGIRÁ, BROTARÁ 
PELA FORÇA DO VENTO, DA CHUVA 
E DO SOL QUE TRAZ VIDA E CALOR 
CADA DIA, CRESCENDO E APRENDENDO A RECOMEÇAR. 





O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:



Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.



Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:



Ass: Bendito seja Deus para sempre!



Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:



Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:



Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.



Ass: Bendito seja Deus para sempre!



Coloca o cálice sobre o corporal.


O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:



De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.


O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.


No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:



Pres:  Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.



Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu 

nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.



Oração Sobre as Oferendas



Acolhei, ó Pai, os dons que recebemos da vossa bondade e trazemos a este altar. Fazei que estes sagrados mistérios, pela força da vossa graça, nos santifiquem na vida presente e nos conduzam à eterna alegria. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:

Pres: O Senhor esteja convosco.

Ass: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:

Pres: Corações ao alto.

Ass: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:

Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

Ass: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.


Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Ele é a vossa palavra viva, pela qual tudo criastes. Ele é o nosso Salvador e Redentor, verdadeiro homem, concebido do Espírito Santo e nascido da Virgem Maria. Ele, para cumprir a vossa vontade e reunir um povo santo em vosso louvor, estendeu os braços na hora da sua paixão, a fim de vencer a morte e manifestar a ressurreição. Por ele, os anjos cantam vossa grandeza e os santos proclamam vossa glória. Concedei-nos também a nós associar-nos a seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:

Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
103. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!
O sacerdote une as mãos.

 Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
Toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

105. Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia,
Toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz genuflexão para adorá-lo.

Em seguida, diz:
Eis o mistério da fé!
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!






 O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa N., com o nosso bispo N.* e todos os ministros do vosso povo.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa fhace.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!

Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!

RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres:  Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

 Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.




O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.



O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:


Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. 



Pres: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

Canto de Comunhão
EIS AQUI A FONTE DO VIVER 
O PÃO E O VINHO NO ALTAR SUSTENTA A HUMANIDADE 
E EM PROCISSÃO VOU RECEBER 
O CRISTO VIVO A SE DOAR PARA A ETERNIDADE 

TODOS TEM O SEU LUGAR, NESTA MESA SINGULAR 

DE FRATERNIDADE E VIDA 
EIS A TUA VITÓRIA, VAI ALÉM DA HISTÓRIA 
AMOR TÃO GRANDE ASSIM 

EIS O MEU CORPO PARTIDO POR TI, 
FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM. 
EIS O MEU SANGUE DERRAMADO NA CRUZ, 
VENHAM TODOS A MIM: EU SOU JESUS.
 

Oração pós Comunhão 

O sacerdote pode voltar a cadeira. 
De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.

Recebemos, ó Deus, este sacramento, memorial permanente da paixão do vosso filho; fazei que o dom da vossa inefável caridade possa servir à nossa salvação. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.

Ao fim da Celebração, o novo Bispo pode conceder a bênção apostólica, com indulgencias plenárias.

Diác ou Sac: Caros irmãos, o nosso amador Pastor, por graça da Santa Sé Apostólica, Bispo desta Igreja, em nome do Sumo Pontífice, dará a bênção com a indulgência plenária a todos aqui presentes, verdadeiramente arrependidos, confessados e restaurados pela sagrada comunhão. Rogai a Deus, pelo Santo Padre, o Papa, por nosso Bispo e pela santa Mãe Igreja, e esforçai-vos por viver em sua plena comunhão e santidade de vida.

Ass: Amém.

Pres: O Senhor esteja convosco.

Ass: Ele está no meio de nós.

Diác ou Sac: Inclinai-vos para receber a bênção.

E o bispo, com as mãos estendidas sobre o povo, diz:
Pres: Pelas preces e méritos da Bem-Aventurada sempre Virgem Maria, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e de todos os Santos, o Senhor todo-poderoso e cheio de misericórdia vos conceda tempo verdadeiro e frutuoso arrependimento, coração sempre penitente e emenda da vida, perseverança nas boas obras, e perdoando todos os vossos pecados, vos conduza à vida eterna.

Ass: Amém.

Pres: Pela intercessão dos santos apóstolos São Pedro e São Paulo, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai + e Filho + e Espírito + Santo. 

Ass: Amém.

Diác ou Sac: Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.

Ass: Amém.